A violência contra a mulher é um dos fenômenos sociais mais inaceitáveis e abonivavel e que ainda é comum em pleno sec. 21 e hoje no Dia da Mulher dou mais visibilidade, a esse fato que é um absurdo.
Agredir, matar, estuprar uma mulher ou uma criança são fatos que têm
acontecido ao longo da história do mundo, e principalmente em todos os países ditos
civilizados e dotados dos mais diferentes regimes econômicos e
políticos.
É mais freqüente em
países de uma prevalecente cultura masculina, e menor em civilizações onde a cultura
busca, soluções igualitárias para os diferentes gêneros.
Depois de 1975, os orgãos internacionais como a ONU, que realizou o primeiro Dia Internacional da
Mulher, que nada mais é, que um dia de protesto e grito da mulher contra a violência e pela igualdade sexual, e não momento de ceder a presentes e festas, afinal, o que comemorar?
No
Brasil, sob os pretextos de adultério, o assassinato de mulheres era
legítimo e comum, antes do Brasil República.
A relação sexual da
mulher, fora do casamento, constituía adultério, o permitia que o marido matasse a ambos em caso de flagrante, pois feria sua imagem e moral.
O Código
Criminal de 1830 atenuava o homicídio praticado pelo marido quando
houvesse adultério.
Porém se o marido mantivesse relação
constante com outra mulher, fora do casamento, esta situação constituía concubinato e não
adultério. Pode isso?
No Brasil, apenas há mais de três décadas, as mulheres denunciam e tentam dar visibilidade a essa situação, mas infelizmente apenas denunciar não tem resolvido muito é crescente os casos exposto a todo momento em grandes e pequenas mídias.
Apesar do Brasil, participar de várias convenções e assinar diversos tratados em prol da redução da violência doméstica e de gênero, todas estas iniciativas ainda não tem desencadeado um processo de mudança que de fato supere a violência contra a mulher, principalmente a vinda de sexistas.
As atuais estatísticas de conflitos doméstico colocam abaixo o "lar, doce lar".
No Brasil 63% das mulheres brasileiras já sofreram algum tipo de violência física ou psicológica e, especialmente, a violência doméstica que conta com 75% dos casos.
A casa, era para ser um espaço de proteção, mas passa a ser o local de maior risco para as mulheres e crianças.
A sociedade tem o mal habito de considerar como violência somente os atos que provocam algum tipo de lesão física e visível, mas e a destruição de bens, ofensas, intimidação das filhas e dos filhos, humilhações, ameaças e uma série de atitudes de agressão e desprezo, situações que desrespeitam os direitos das mulheres, seja na rua, na escola, nos ônibus,ou me qualquer lugar.
O resultado de estudos, mostram que houve um crescimento no número de casos de ocorrências registradas por mulheres vitimizadas por tal crime.
A Lei Maria da Penha funciona apenas como um incentivo a mais para que as mulheres denunciem na delegacia especializada os parceiros que as vitimizam, mas não tem retardado muito os casos, muitas mulheres nem conhecem a lei, apenas ouviram em algum momento da vida sobre tal.
A lei traz esclarecimentos com relação aos direitos das mulheres na busca de uma maior proteção contra as agressões domésticas.
Você já leu alguma vez essa lei ? Conhece seus direitos? Bem, eu conheço!
Vamos denunciar , não ignore o que está a sua vista ou na sua casa, sexistas e covardes que batem em mulheres, merecem cadeia!
Fontes:
www.luteranos.com.br
www.bvnews.com.br




